… a dúvida de hoje: “Como é que sabemos se os ovos que temos no frigorífico são frescos ou não?”
Depois de uma pequena navegação, encontrei este post: “Ovos Frescos“.
Fonte: Culinária daqui e d’ali.
O meu blogue de estimação
… a dúvida de hoje: “Como é que sabemos se os ovos que temos no frigorífico são frescos ou não?”
Depois de uma pequena navegação, encontrei este post: “Ovos Frescos“.
Fonte: Culinária daqui e d’ali.
… visto no blog da Gitas: “Dicionário das Tias“.
Agora já ninguém pode dizer que não entende o que aquelas pessoas dizem, ou ao que se referem, quando falam entre eles…
este poema leva-me numa viagem no tempo, aos meus 18 – 19 anos, à Feira do Livro, quando comprei dois livros dele que depois dei a alguém, não me lembro quem. Espero que quem ficou com eles tenha gostado e via FOAF tenha dado-o a conhecer a outras pessoas.
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
Este poema traz-me à ideia uma encenação, duma companhia de teatro, duma das escolas onde andei…
O Corpo Os Corpos
O teu corpo O meu corpo E em vez dos corpos
que somados seriam nossos corpos
implantam-se no espaço novos corpos
ora mais ora menos que dois corpos
Que escorpião de súbito estes corpos
Quando um espelho reflecte nossos corpos
e num só corpo os dois corpos
ao mesmo tempo somos quatro corpos
Não indagues agora se o meu corpo
se contenta só corpo no teu corpo
ou se busca atingir todos os corpos
que no fundo residem num só corpo
sem pausa além do corpo
o infinito destes corpos
… este poema traz-me à ideia um professor, que eu tive, numa das escolas onde eu andei.
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
Este poema traz-me à ideia a bela da preguiça?
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa…
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças…
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
O mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca…
Mais um belo de um vídeo a acompanhar uma bela de uma música… ou é ao contrário?
Parece que o vídeo não quer entrar, mas ele está aqui»
Saltitando de página em página, fui parar ao “Vendo a minha Mãe“, ficamos a saber o que se vende por ai e ainda por cima constatamos que se vende de tudo…
Aconselho vivamente a consulta diária deste blog.
Os jornais além das “gordas” e dos anúncios ditos normais, também têm estas pérolas… No nosso dia-a-dia esquece-mo-nos da sua existência, mas estão lá à nossa espera.
Vai um exemplo? Ok…
PS: Há pessoas que pagam para publicar isto?
… ora ai está ele o « Lobomau ».
Aconselho uma visita demorada… Eu já me registei, dou um doce a quem me encontrar lá.