Archive for 30 de Abril, 2007

Ca(r)mona (3)

Abril 30, 2007

Este senhor deve-se achar muito engraçado. Será que o avô dele gostaria de saber das patranhas em que ele se mete?

Anúncios

1.º de Maio

Abril 30, 2007

Amanhã começa o mês de Maio. Nesta altura fazia-se a celebração de Maio. Encontrei num blog que fala nestas celebrações e que tem origens pagãs. Era a “festa de purificação e fertilidade” que é o Beltane.

Nalgumas regiões de Espanha e de Portugal existem os Maios. Umas fotos da Graciosa.

Entretanto em Cuba, “Milhões de cubanos foram convocados para comemorar terça-feira nas ruas um Primeiro de Maio excepcional, ávidos de saber se o seu líder, Fidel Castro, escolherá esta ocasião para regressar, após nove meses de convalescença.”

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Hk52WsQ4Isk]

10 Passos

Abril 30, 2007

Coisas que uma pessoa apanha na rede. Isto há de tudo. Este artigo no Guardian, dá 10 dicas, ou 10 passos para qualquer um acabar com a democracia, ou seja, como se tornar num ditador.

Metro…

Abril 30, 2007

Quem diria que vamos poder chegar à Costa da Caparica por Metro? Ok vai ser pela Metro Sul do Tejo, mas não deixa de ser 5*. Em notícia do Público online, este vai servir “… cerca de 500 mil pessoas nos concelhos de Almada, Seixal, Moita e Barreiro.”

E a Madeira é um Jardim

Abril 30, 2007

Para a campanha eleitoral na Madeira, é mesmo assim. É sempre a mesma cantiga e o arquipélago continua a ser o quintal do Jardim. É mesmo triste, esta situação. Não digo que os eleitores são estúpidos, o que acontece é que há muita gente conivente com aquele homem. É quase como, ou estás comigo ou levas no canastro, ou outra coisa qualquer pior que estas. É uma tristeza.

Na edição online de hoje do Público vem o seguinte: “(Jardim) … considera que as inaugurações “não são um acto eleitoralista, mas de gestão, que servem para mostrar o que foi feito”, embora só 12 das 23 inaugurações feitas durante a campanha respeitem a obras do Governo.”

Mais vale a pena ler o artigo aqui.

Sei que o posto já vai longo, mas fiz copy-paste do mesmo texto.

“”Com milhões, faço inaugurações; com inaugurações, ganho eleições” é a máxima de Jardim. Por isso, a oposição contesta, criticando quer a oneração de custos de algumas obras resultantes da conclusão antecipada pelo calendário eleitoral (numa, faleceu anteontem um operário atropelado por um cilindro de asfaltagem), quer a inauguração de obras privadas, lojas comerciais, hotéis em funcionamento e prédios não concluídos ou licenciados.”

Lisboa

Abril 30, 2007

Este fim-de-semana na página 7 do Expresso, o Miguel Sousa Tavares (MST) escreveu sobre o Rio Tejo, a APL. Fiquei banzada, não é que aqueles senhores pensam que são donos e senhores da beira rio?

Ainda leio no blog “Planeta Alfama”, o mesmo assunto a mesma situação, continuo estupefacta com o que aquelas pessoas querem fazer em Santa Apolónia. Construir um muro de 600 metros por 8 metros altura…Isto é de loucos. A cidade é de todos, e aqueles senhores acham que não.

Trabalho na zona do Cais-do-Sodré e cada dia que passa a obra, a que o MST refere, “Também na zona do Cais do Sodré está a nascer, a uma velocidade incrível, uma construção maciça, em cima do rio, e que vai quase até ao Terreiro do Paço, eliminado uma zona de jardim, de passeio, e de vista. Suponho que que seja também obra do Porto de Lisboa, uma vez que nenhuma placa no local indica do que se trata e eu já sei que, à beira-rio, do Parque das Nações a Algés, mandam esses senhores e ninguém tem mão neles.”

Mas, existe uma placa com a identificação da obra e de responsável da obra, mas é um pouco diferente das que se vêm usualmente nas obras com a aprovação da Câmara Muncipal de Lisboa, comm o alvará e coisas desse género. O que remete para a dúvida lançada por MST

Acho que as pessoas não se dão conta do caso. Eventualmente quem apanhe autocarros naquela zona. Mas esses ou estão distraídos ou demasiado ocupados com os seus problemas, e pouco ou nada se importam. Os outros que passam por ali de carro, também não se apercebem da coisa, porque passam demasiado depressa e as obras passam-lhes ao lado.

Em relação ao novo terminal de passageiros de paquetes em Santa Apolónia é mesmo de morte. Não sei, mas o Cais da Alfândega não serve para esses propósitos? É que é inconcebível uma coisa daquelas. Os turistas estão-se pouco marimbando para aquilo e nós, ou muitos de nós também, só se irão chatear quando a coisa já estiver feita.

Ca(r)mon (2)

Abril 30, 2007

Este senhor surpreende-nos a todos, no sítio do Expresso, “Carmona Rodrigues propôs-se substituir Fontão de Carvalho na presidência da Associação de Turismo de Lisboa”.

Ganda lata