Uma pessoa admirável

Junho 12, 2007

Vou ter que fazer um trabalho sobre uma pessoa que eu admiro.

A princípio fiquei com uma branca. Não sabia ou não me lembrava de alguém em especial, mas lembrei-me da Marie Curie, que foi a minha heroína, quando era miúda.

Esta situação deu-me que pensar, porque chegamos a uma idade em que já não há heróis, ou pelo menos perdê-mo-los. Crescemos, chegamos à idade adulta e perdemos a inocência e deprimo-nos com isso, com essa perda…

Mau, mau. Agora é que me vou embora. Levar ou lavar estes tristes pensamentos e comer num poiso qualquer ai em Lisboa. Estou aqui e continuo a ouvir os passaritos, alguma actividade humana, muito lá ao longe, mas há alguém que insiste em buzinar… O cheiro a álcool de quem faz ou acende a fogueira para assar as sardinhas e coisas afins que se costuma comer neste dia.

Adoro o Beco, está-se bem, ouvem-se os pássaros, as pessoas de vez em quando, os cães, os gatos… às vezes os pombos. O vento a brisa, a casa fresca… Mas acima de tudo a luz…..

Puxa, são sete e meia da tarde, já se ouvem as pessoas a buzinarem os carros, porque é que não vêm de taxi a pé ou de transportes públicos??? Chateia. Uma vez por ano atacam a zona e vêm atrelados aos seus “belos” carros… Pelo menos é só por uma noite, menos mal.

Bem vou ter mesmo que sair ter com a malta boa… (já cheira ao perfume nauseabundo das sardinhas assadas…)

Uma última, será que o noche está a gozar a estadia em Berlim? Obviamente que sim…

(Ganda post… vai-te embora oh melga)

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